terça-feira, 19 de janeiro de 2016
CEBRAC POUSO ALEGRE mais perto de você
Olá pessoal.
O Cebrac Pouso Alegre apresenta o novo visual do nosso BLOG.
Com o objetivo de deixar o nosso contato cada vez mais próximo e interativo, o novo Blog do Cebrac Pouso Alegre, será mais um canal de estudo, curiosidades, notícias sempre quentinhas sobre tudo que envolve o mercado de trabalho em todo país, mas principalmente em nossa região.
Por aqui também vão aparecer as novidades sobre a nossa Agência de Empregos e tudo sobre as parcerias com as empresas da nossa cidade.
Além de tudo isso, de tempos em tempos vamos lançar aqui no BLOG, algumas PROMOÇÕES referentes a novas turmas ou premiações para nossos alunos mais dedicados, portanto FIQUEM LIGADOS!
É o CEBRAC buscando sempre o melhor caminho para desenvolver o SEU potencial para que você possa atuar com brilhantismo em sua vida profissional!
Faça parte desse time! Venha para ESCOLA DE CAMPEÕES!!!!!!
sábado, 7 de novembro de 2015
Exercício MRP
Olá pessoal! Então vamos lá, o que eu quero que vocês façam é exatamente o que é explicado no vídeo abaixo. Criem a tabela toda em excel e resolvam o exercício, acompanhando o que é passado no vídeo.
Mas atenção, não adianta um só fazer e o resto copiar. Vou fazer perguntas a cada um de vocês no momento da entrega do exercício resolvido. Tragam em pendrive ou mandem por email e marquem com a Manu para virem aqui encontrar comigo para finalizarmos.
Quaisquer dúvidas mandem email, liguem, escrevam nos comentários, enfim, não tem desculpa, agora é pra finalizar!
Boa sorte e até breve!!
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Dilma sanciona lei que limita acesso ao seguro-desemprego. Como fica agora?
com informações de
A presidente Dilma Rousseff sancionou a Medida Provisória número 665, que restringe o acesso a direitos trabalhistas como o seguro-desemprego, o abono salarial e o seguro-defeso. Essa é a primeira medida provisória do ajuste fiscal sancionada pelo governo.
A MP, aprovada no final de maio pelo Senado, foi agora convertida na Lei 13.134, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (17) e sancionada com dois vetos.
A presidente manteve a mudança feita na MP pela Câmara dos Deputados que reduziu de 18 para 12 meses de trabalho o período de carência para o primeiro pedido de seguro-desemprego, e de 12 para 9 na segunda requisição do auxílio.
Como fica?
Com a publicação da nova lei, o trabalhador terá direito ao seguro desemprego se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos dois anos. O prazo inicial proposto pelo governo era de 18 meses. Antes da vigência da Medida Provisória, no fim de fevereiro, o trabalhador precisava de apenas seis meses.
Para obter o abano salarial, a lei prevê que o trabalhador, que recebe até dois salários mínimos, deverá ter trabalhado por três meses. A proposta inicial do Executivo, alterada pelo Congresso Nacional, exigia seis meses.
O abono salarial equivale a um salário mínimo vigente e é pago anualmente aos trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos. Atualmente o dinheiro é pago a quem tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias consecutivos ou não, no ano.
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segunda-feira, 18 de maio de 2015
Leia dicas e faça teste para ver se sabe administrar as finanças em família
Fonte: UOL
Sophia CamargoDo UOL, em São Paulo
- Getty Images
Como sua família administra as finanças? O SPC Brasil elaborou um teste para avaliar se as
famílias estão lidando bem com o dinheiro.
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, as pessoas evitam conversar sobre dinheiro para não haver brigas em família, e só acabam revelando que estão endividadas quando a situação está muito complicada."
Se a família sabe administrar o dinheiro no dia a dia fica mais fácil lidar com alguma eventualidade como desemprego, por exemplo", diz.
Segundo a economista Kawauti, há sintomas claros da desorganização das finanças numa família. São eles:
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, as pessoas evitam conversar sobre dinheiro para não haver brigas em família, e só acabam revelando que estão endividadas quando a situação está muito complicada."
Se a família sabe administrar o dinheiro no dia a dia fica mais fácil lidar com alguma eventualidade como desemprego, por exemplo", diz.
Segundo a economista Kawauti, há sintomas claros da desorganização das finanças numa família. São eles:
§ As pessoas não
conversam sobre dinheiro
§ Ninguém sabe quanto
o outro ganha
§ Ninguém sabe quanto
o outro gasta
§ As contas pessoais
são mantidas em segredo
§ A família gasta
mais do que ganha
Tem solução?
Mesmo diante de uma situação dessas, é possível reverter o quadro e
melhorar as finanças da família, afirma a economista. Ela explica que a
primeira coisa a fazer é reunir todos para conversarem e compartilharem seus
problemas.
"Se o marido gasta muito com o carro, e a mulher gasta muito com roupas, por exemplo, tudo deve ser dito com clareza, para que todos fiquem cientes da situação", diz. "Feito isso, é preciso decidir quais gastos serão cortados."
A partir daí, é preciso ter disciplina para que todos se comprometam a cumprir as decisões que farão com que a família passe a cortar os gastos.
"É preciso ter muita paciência, muita sinceridade para que os frutos podem ser colhidos."
"Se o marido gasta muito com o carro, e a mulher gasta muito com roupas, por exemplo, tudo deve ser dito com clareza, para que todos fiquem cientes da situação", diz. "Feito isso, é preciso decidir quais gastos serão cortados."
A partir daí, é preciso ter disciplina para que todos se comprometam a cumprir as decisões que farão com que a família passe a cortar os gastos.
"É preciso ter muita paciência, muita sinceridade para que os frutos podem ser colhidos."
É preciso planejar
tudo?
A economista diz que, sim, é preciso planejar tudo. "A família deve
saber o que tem e onde deseja chegar. A partir daí, poderá decidir o que gastar
e como."
Para facilitar, ela sugere juntar todas as rendas numa mesma conta, fazer as contas de quanto gasta com a casa, separar um valor a ser investido para os sonhos a serem realizados e, para não dar briga, separar um valor como se fosse uma mesada para o marido e a mulher, por exemplo.
Para facilitar, ela sugere juntar todas as rendas numa mesma conta, fazer as contas de quanto gasta com a casa, separar um valor a ser investido para os sonhos a serem realizados e, para não dar briga, separar um valor como se fosse uma mesada para o marido e a mulher, por exemplo.
"Sobre esse valor, marido e mulher não precisam dar satisfação um
ao outro. É como se fosse um dinheiro para bobagens, mas tudo mantido dentro do
orçamento", diz.
Todos devem
participar
As finanças da casa não devem ser discutidas apenas por marido e mulher,
mas também por todos os participantes da família. Se há crianças e
adolescentes, esses também devem ser envolvidos no orçamento familiar. "É
muito melhor que as crianças sejam ensinadas a economizar e dar valor ao
dinheiro desde pequenas, e não apenas se a família passar por um aperto
financeiro."
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